• Veetshish Om e amigos

Colonizando as camadas de confusão de um "eu-separado". Satsang com Veetshish Om e amigxs.

Bhadra:


Uma questão ficou ecoando aqui. 

Entendo que a identificação com um eu separado é o centro do sofrimento ou confusão, é um sinal mesmo de que o olhar não está na direção certa. Me parece que o sofrimento é um alerta de que ainda “se está a caminho”. Claro que isso é  visto da perspectiva da mente, onde um processo de clarear acontece. Mas o reconhecimento, me parece, não tem lugar senão na mente. Não existe alguém que se esclarece mas um padrão de pensamentos que se altera. Então 'essa localidade' passa a atuar como ou a partir da Consciência. A expressão disto é felicidade, paz, amor.  Não é negar a dor física nem este ou aquele sentimento, nem escolher isso ou aquilo. Se a  visão de mundo realmente muda, existencialmente falando, a repercussão no corpo-mente é natural. 

Soa aqui como um lembrete para não parar no meio do caminho.


Veetshish:


Muito claro, Amada Bhadra!

Mais que um eu individual que parece existir em si mesmo, o grande programa chamado mente ganha clareza, ainda que aconteça em cada ser individual ("essa localidade")!


Bhadra:


O desejo é uma isca. O sofrimento um empurrão. 

Tudo apontando para Felicidade que É.

 Na extinção do desejo ... Felicidade ! Na ausência de sofrimento ... Felicidade!


Veetshish:


Desejo e sofrimento são tão intensos que não podem ser negados numa fuga aparente e, portanto,  são a força que coloca em movimento a chama viva da Verdade. 

Se aí surgem, eis o maior chamado para a dedicação ao esclarecimento de cada mecanismo de confusão. 

Sobreposições sobre a sobreposição maior de ser um eu separado!


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